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Os azeites de oliva são muito mais do que um ingrediente básico da cozinha. Eles variam em qualidade, origem, método de extração e perfil sensorial, fatores que impactam diretamente o sabor e o resultado das receitas. Na Grande Adega, você encontra uma seleção criteriosa de azeites de oliva extravirgens importados, incluindo marcas tradicionais, como a Paganini, que traz versões clássicas e saborizadas.
O azeite de oliva extravirgem é a categoria mais nobre do azeite. Ele é obtido exclusivamente por processos mecânicos, sem uso de produtos químicos, e deve apresentar acidez máxima de 0,8%, além de aroma, sabor e frescor equilibrados.
Na prática, isso significa:
Entre os destaques da categoria está o Azeite de Oliva Extravirgem Marqués de Tomares, um rótulo de produção limitada, pensado para consumidores exigentes que valorizam origem, rastreabilidade e precisão técnica.
Produzido na Rioja Alta, na Espanha, ele utiliza exclusivamente azeitonas Arbequina provenientes de oliveiras centenárias, com idade estimada entre 300 e 500 anos. A produção é restrita a apenas 1.500 garrafas por safra, com extração cuidadosa que preserva o frescor, os aromas e uma acidez extremamente baixa de apenas 0,12%.
A Paganini é uma marca italiana reconhecida mundialmente pela qualidade e consistência de seus produtos gastronômicos. Seus azeites de oliva seguem rigorosos padrões de produção, com foco em sabor equilibrado, frescor e versatilidade.
Além dos azeites tradicionais, a Paganini também se destaca pelos azeites saborizados, como o azeite trufado, ideal para agregar intensidade aromática e sofisticação a massas, risotos, ovos e carnes.
O extravirgem possui menor acidez, é obtido apenas por processos mecânicos e apresenta melhor sabor, aroma e qualidade nutricional.
Sim. Ele pode ser usado em cozimentos leves, mas é especialmente indicado para consumo cru e finalizações.
A acidez indica a qualidade da matéria-prima e do processo. Quanto menor a acidez, maior o cuidado na produção e maior a qualidade do azeite.
O melhor azeite extravirgem é aquele com acidez bem abaixo do limite legal de 0,8%, aromas frescos e ausência de defeitos sensoriais. Rótulos de produção limitada, como o Azeite de Oliva Extravirgem Marqués de Tomares, com acidez de apenas 0,12%, são exemplos de excelência técnica e sensorial.
A acidez é um indicador importante, mas não o único. Quanto menor a acidez, maior o cuidado com a colheita e a extração. No entanto, aroma e sabor também são fundamentais para definir a qualidade do azeite.
Depende do produto. Muitos azeites saborizados, como os da Paganini, utilizam azeite extravirgem como base, ao qual são adicionados aromas naturais, como trufa, alho ou ervas, mantendo alta qualidade e versatilidade culinária.
Sim. O azeite de oliva extravirgem é rico em gorduras monoinsaturadas e antioxidantes, associados a benefícios cardiovasculares e a uma alimentação equilibrada.
Na Grande Adega, você encontra azeites extravirgens selecionados, como o Marqués de Tomares e os azeites Paganini, com procedência garantida.