Vinho Basco Loco Alvarinho
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A harmonização de vinhos com aperitivos é o primeiro passo para uma boa experiência à mesa. Antes do prato principal, o vinho precisa abrir o paladar, estimular a conversa e preparar os sentidos sem “cansá-los”. Por isso, rótulos mais leves, frescos e com boa acidez costumam ser a melhor escolha, a exemplo dos espumantes.
O vinho deve cumprir três funções principais: refrescar, despertar o paladar e não se sobrepor à comida. Tecnicamente, isso significa:
Se existe um vinho curinga na hora de harmonizar, ele é o espumante. Sua acidez elevada e a presença de borbulhas limpam o paladar e criam contraste com diferentes texturas.
Os vinhos brancos são escolhas clássicas para aperitivos, especialmente em dias quentes ou em encontros informais. Funcionam muito bem com entradas leves e ingredientes frescos.
Os rosés ocupam um espaço intermediário e extremamente interessante na harmonização de aperitivos. Combinam frescor, fruta e leve estrutura.
São ideais para:
Rosés secos, de perfil leve a médio, funcionam melhor do que versões muito alcoólicas ou estruturadas.
Embora menos comuns, os tintos também podem acompanhar aperitivos, desde que sejam leves e pouco tânicos. Opte por um Pinot Noir jovem ou um Gamay, por exemplo.
Esses vinhos combinam com embutidos e entradas mais estruturadas, mas devem ser servidos levemente gelados.
Queijos frescos e frios leves pedem brancos frescos ou espumantes. Queijos de média cura aceitam rosés e tintos leves.
A gordura pede acidez. Espumantes e brancos jovens são as escolhas mais seguras.
Azeitonas, patês e vegetais marinados combinam bem com vinhos brancos secos e rosés frescos.